MENTORIA 2018

ESTUDE COM INTELIGÊNCIA PARA AS PROVAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA.

Conheça nosso método focado nos conteúdos chave de cada assunto e muita revisão.

PLANEJAMENTO É TUDO

PLANEJE SUA PREPARAÇÃO USANDO A EXPERIÊNCIA DE QUEM JÁ PASSOU POR ISSO.

“ESSA É A OPORTUNIDADE PARA VOCÊ TER O MÉTODO MAIS INTELIGENTE DE PREPARAÇÃO PARA AS PROVAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO BRASIL, ALINHADO COM O QUE HÁ DE MAIS ATUAL EM NEUROCOGNIÇÃO E APRENDIZADO”.

Mentoria Direcionada Para a Prova de Residência Médica

JJ MENTORIA 2019

A Mentoria tem como grande objetivo reunir pessoas que realmente acreditam no método de direcionamento e preocupação com a qualidade, e não somente com a quantidade, de estudo. Todos sabemos que a matéria das provas de residência compreende a medicina inteira e é absolutamente impossível estudar e revisar tudo em 1 ano. Nós aceitamos essa premissa e por isso planejamos minuciosamente o estudo: cada tema tem seu peso e deve ser estudado de maneira diferente, assim como ocorre na revisão. Estudo com inteligência.

QUERO ME INSCREVER

ÚLTIMOS ARTIGOS POSTADOS

veja mais

O QUE DIZEM DE NÓS

  • “Pessoal da JJ Mentoria, queria parabenizá-los pelo excelente trabalho de vocês!! Já sou aluna da Mentoria e adorei o vídeo de revisão do YouTube!! Todos os materiais são excelentes e cada dia vocês chegam com uma novidade melhor!!! Parabéns!!!

    - Liliane

  • “É um estudo bastante direcionado, com bastante foco, pra gente não se perder nesse infinito de matéria.”

    Juliana - Mentoranda de 2017 e residente de medicina da família

  • “O Eduardo e o Jorge conseguiram identificar os temas mais relevantes para o estudo e eles também conseguiram identificar os tópicos mais importantes dentro de cada tema que eu estudava, fazendo com que eu tivesse consciência daquilo que realmente caía nas provas de residência... e eu aumentei muito o número de acertos e realmente a JJ Mentoria foi fundamental para minha preparação para as provas de residência médica.”

    Augusto - Mentorando de 2017 e residente de anestesiologia

  • “Pra mim a Mentoria serviu muito para eu tirar as inseguranças da cabeça e ter certeza que se eu continuasse estudando daquele jeito eu teria certeza que ia dar certo.”

    Maria Luiza - Mentoranda de 2017 e residente de clínica médica

NAS REDES SOCIAIS

VOCÊ ESTÁ ASSISTINDO

HIPOGLICEMIANTES

MAIS VÍDEOS

Parabéns a todos os médicos e médicas que se dedicam diariamente a uma das profissões mais difíceis e admiráveis.
.

Que cada um de vocês lembre-se sempre do sonho de criança que te levou até a medicina, mesmo nos momentos mais difíceis.
.

Feliz dia dos médicos!
.

Obs: É impossível você assistir o vídeo que a PEBMED fez em homenagem ao dia do médico e não ficar aos prantos! 😢 Vale muito a pena nossa missão.
(Link nos stories)
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Saber a conduta preconizada em lesões NIC III.

Questão da UFRN, um pouco confusa, o que acabou atrapalhando muita gente.

O enunciado traz uma paciente já com a biópsia de colo uterino, evidenciando neoplasia intraepitelial cervical de alto grau (NIC III). Como nós sabemos, NIC III é indicação de excisão completa da lesão, seja por conização ou por uma cirurgia de alta frequência - o que aparentemente foi feito nessa paciente, com excisão da zona de transformação.

O grande problema foi o resultado da análise histopatológica... O enunciado falou em invasão de 2,3 mm e margens comprometidas por lesão do tipo NIC III.

Por definição, a neoplasia intraepitelial cervical (NIC) não ultrapassa a membrana basal do epitélio, ou seja, não é invasora. Portanto, podemos inferir que há um carcinoma invasor associado.

De qualquer forma, isso só serviu para confundir, já que a chave para acertar a questão estava nas "margens comprometidas". Se as margens estão comprometidas, não podemos afirmar a real profundidade e extensão da lesão, o que impede qualquer planejamento terapêutico.

Portanto, será necessária uma conização, passo obrigatório antes da escolha de qualquer procedimento, como histerectomia simples, radical ou mesmo radio e quimioterapia.

A questão poderia ser melhor formulada, mas era perfeitamente possível marcar a letra B.

E antes de terminar, vamos aprofundar nossa revisão neste tema fundamental:

Em qual circunstância podemos tratar um carcinoma invasor de colo uterino apenas com a conização?

Responda nos comentários e não deixe de marcar seus amigos e amigas!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer as indicações de cirurgia de emergência nos traumas vasculares abdominais.

Questão direta e importante do Einstein, cobrando um CCQ fundamental sobre os traumas vasculares abdominais.

Afinal, quando devemos indicar uma cirurgia de urgência em traumas abdominais com hematoma retroperitoneal?

1) Todo hematoma em zona 1 deve ser operado.

2) Todo hematoma decorrente de lesão penetrante deve ser operado.

Essas são as duas condições básicas (não as únicas)... conhecendo-as você já vai acertar a maioria das questões sobre o assunto!

Por outro lado, nós sabemos que a laceração extraperitoneal da bexiga normalmente é tratada apenas com cateterização vesical, sem necessidade de cirurgia.

Portanto, ficamos com a letra D... mas perguntamos:

Por que a letra A está errada? Qual é a principal indicação de cirurgia imediata em traumas de pescoço?

Responda nos comentários e não se esqueça de marcar suas amigas e amigos que adoram trauma!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Saber a técnica correta da biópsia excisional na suspeita de melanoma.

Questão clássica do SUS-SP, que acabou pegando muita gente, por uma detalhe que faz toda diferença.

Afinal, a margem usada para biópsia excisional de um nevo suspeito de melanoma é COMPLETAMENTE diferente da margem preconizada para um melanoma com diagnóstico fechado.

Na biópsia, a margem é de 1-2 mm, o que significa marginal, como diz a letra B.

E não se esqueça que melanoma é um assunto relativamente pequeno e é subestimado, apesar de ser cobrado com muita frequência.

Exatamente para completar seu estudo, nós perguntamos:

Se a biópsia do nosso paciente realmente for positiva para melanoma, será necessário ampliar a margem? Se sim, qual a informação que definirá o tamanho dela?

Responda nos comentários e marque seus amigos e amigas que adoram dermato além da estética!

E não deixe de assistir ao nosso novo vídeo, exatamente sobre os pontos mais importantes de melanoma! Basta clicar no nosso story!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Saber características básicas sobre o carcinoma papilífero de tireoide.

Questão da UNIRIO de 2017, cobrando um CCQ clássico sobre câncer de tireoide.

Afinal, não é nenhuma novidade nós encontrarmos questões abordando características específicas de um tipo histológico do CA de tireoide.

Isso não é só verdade no caso da tireoide, como também em outros tipos de câncer, como o de pulmão e ovário, por exemplo.

Então não dê bobeira e preste atenção aos detalhes de cada tipo histológico!

Voltando à questão, nós imediatamente excluímos as duas primeiras opções, já que o prognóstico do carcinoma papilífero é normalmente bom e existe um predomínio epidemiológico importante no sexo feminino.

Já a letra C diz que o tipo papilífero representa 40% dos cânceres diferenciados de tireoide, o que significaria dizer que os outros 60% seriam do tipo folicular... Mesmo sem saber a porcentagem exata, nós sabemos que o carcinoma papilífero é o tipo histológico mais comum de todos, o que torna a letra C errada.

Portanto, ficamos com a D, já que realmente a exposição à radiação é um fator de risco importante para esse tipo histológico.

Mas antes de encerrar o comentário, nós perguntamos:

Se a radiação é um fator de risco importante para o tipo papilífero, qual fator está muito relacionado ao carcinoma folicular?

Responda nos comentários e não se esqueça de marcar seus amigos que também vão fazer prova de residência!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer as contraindicações da vacina contra dengue.

Questão feita por nós para revisar este assunto novo e com alta probabilidade de ser cobrado em provas de residência: a vacina contra a dengue (Dengvaxia). A Dengvaxia é uma vacina de vírus vivo, que confere proteção parcial contra infecção pelos 4 sorotipos causadores da doença.

Apesar de ainda não estar disponível no SUS, a vacina já foi aprovada pela ANVISA e é comercializada na rede particular.

Até aí tudo bem... Mas para acertar nossa questão, você precisava conhecer as contraindicações a ela, que não são poucas.

Olhando para as opções, descartamos rapidamente a letra B, já que gestantes quase nunca devem receber vacinas com microorganismos vivos.

Além disso, a Dengvaxia, por enquanto, só deve ser aplicada em indivíduos entre 9 e 45 anos de idade, o que exclui também a letra D.

Por fim, devemos escolher entre as letras A e C e para isso é necessário avaliar a sorologia para a doença, uma das principais peculiaridades desse vacina.

Então anote aí: a Dengvaxia só pode ser aplicada em indivíduos soropositivos para a doença, ou seja, aqueles que já tiveram contato com o vírus.

Até alguns meses atrás, isso era uma "recomendação", mas recentemente se tornou uma "contraindicação". Portanto, ficamos com a letra C.

Mas antes de terminar o comentário, nós perguntamos:

Por que a vacina contra dengue não deve ser usada em quem nunca teve contato com vírus?

Responda nos comentários e não deixe de assistir ao nosso novo vídeo no Youtube, em que abordamos conceitos fundamentais sobre uma outra vacina que é sempre cobrada nas provas de residência.

Para acessar nosso canal, basta entrar no nosso perfil e clicar no story fixo!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Reconhecer uma provável crise de gota e saber seu tratamento agudo.

Questão do IAMSPE de 2017, com alto índice de erros por conta de uma pegadinha.

Para acertar, antes de tudo você precisava reconhecer a crise de gota, provavelmente a podagra, que é exatamente uma artrite aguda da 1ª articulação metatarsofalangiana.

Para facilitar sua vida, a banca ainda descreveu um homem na 5ª década de vida, o que, epidemiologicamente, fortalece ainda mais a hipótese de gota.

Porém, não adiantaria nada reconhecer o diagnóstico se você não soubesse o tratamento.

E nós sabemos que o tratamento da gota se divide entre o controle agudo da artrite e a profilaxia de novas crises.

Saber diferenciar esses momentos é fundamental, já que medicamentos que reduzem a uricemia - importantes na profilaxia de crises - são contra-indicados na vigência de artrite, podendo piorar o quadro.

Voltando à questão, muita gente marcou a letra B, já que realmente os anti-inflamatórios são a 1ª escolha no tratamento da crise de gota.

Porém, poucos se deram conta de que não há qualquer indicação de imobilização em casos de artrite gotosa, o que torna essa opção errada.

Olhando as outras opções, corticoides em altas doses, metotrexate e hidroxicloroquina também não são drogas indicadas em tal circunstância, invalidando as opções C e D.

Por fim, a letra A traz a colchicina, que é a única medicação utilizada tanto para as crises - apesar de não ser 1ª opção -, quanto para a profilaxia das mesmas. 
Posteriormente, o alopurinol também pode ser usado com o objetivo de reduzir a uricemia, o que torna a letra A correta.

Gostou do comentário? Dê sua opinião e marque seus amigos que também vão fazer provas de residência!
Pessoal, novidade!! Fizemos nosso primeiro simulado e você pode participar gratuitamente.

Todos os nossos mentorandos estão fazendo e você também pode se testar até o dia 7 de outubro, lembrando que só pode acessar uma única vez.

As questões foram selecionadas diretamente por nós em provas dos últimos anos de grandes instituições.

O link, que também está nos stories, é:

www.medq.com.br

O resultado será divulgado depois individualmente.

Bons estudos!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer o conceito de especificidade.

Questão da UNIRIO, cobrando um CCQ que você não pode deixar de saber de jeito nenhum.

Se você ficou na dúvida nesta questão, pare agora mesmo para revisar o tema... Vai cair na sua prova!

Para ajudar na revisão, nós lembramos que especificidade significa a capacidade de um teste diagnóstico identificar corretamente os indivíduos saudáveis.

Dessa forma, um teste com 100% de especificidade seria negativo para todos os indivíduos sem a doença testada, o que significa que não teria nenhum resultado falso-positivo.

Por outro lado, os indivíduos doentes podem não ser identificados com a mesma eficácia, já que essa característica depende da sensibilidade do teste.

Portanto, um teste muito específico e pouco sensível é aquele com muitos resultados negativos - incluindo falso-negativos -, porém com pouquíssimos resultados falso-positivos.

Exatamente por isso, testes específicos são usados para confirmação de diagnóstico.

Voltando à questão, claramente a letra B é a correta.

Mas antes de encerrar, nós perguntamos:

A especificidade de um teste afeta o valor preditivo do seu resultado? Se sim, seria o positivo ou o negativo?

Responda nos comentários e marque seus amigos para lembrá-los da importância de estudar epidemiologia para as provas de residência!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer os efeitos hemodinâmicos dos principais anestésicos e sedativos.

Boa questão da FJG-RJ, cobrando seu conhecimento farmacológico sobre medicações importantes para os anestesistas e também para generalistas.

Nesse caso, o paciente estava com uma arritmia instável e severa hipotensão e seria corretamente realizada a cardioversão elétrica.

Até aí tudo bem, mas... qual analgésico e sedativo usar nessas circunstâncias?

Começando pelo analgésico, sem dúvida seria o fentanil, já que a morfina é uma medicação com início de ação mais lento e efeito mais prolongado.

Dessa forma, sempre que o objetivo for analgesia imediata e rápida - cardioversão ou uma intubação, por exemplo - o fentanil é superior à morfina.

Passando para o sedativo, a questão nos trouxe três opções: midazolam, propofol e etomidato.

Os dois primeiros são sedativos largamente usados, sendo o propofol inclusive utilizado como anestésico venoso e excelente para intubação, já que tem início de ação muito rápido e duração curta.

Já o midazolam, apesar de ser muito usado na prática, não é a melhor escolha, uma vez que suas características farmacocinéticas não são boas para sedação rápida.

Ok, então a resposta é o propofol?

Não!

O grande problema é que nosso paciente está instável hemodinamicamente e tanto o propofol, quanto o midazolam, reduzem a pressão arterial, especialmente em sinergia com o fentanil.

Portanto, nós vamos ficar com o etomidato, droga excelente para indução rápida de sedação em pacientes com hipotensão arterial, uma das poucas que praticamente não afeta a hemodinâmica.

Agora você já sabe que a resposta é a letra C, mas nós perguntamos:

Qual é o efeito adverso mais famoso do etomidato, que limita demais seu uso prolongado?

Responda nos comentários e não esqueça de marcar seus amigos e amigas que adoram anestesio!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer um dos principais diagnósticos diferencias da anemia ferropriva.

Boa questão da UERN, cobrando seu conhecimento sobre as anemias, um daqueles temas fundamentais para as provas de residência.

Sabe por que é fundamental?

Porque, apesar de ser um assunto da clínica médica, você pode encontrar questões sobre anemia em qualquer parte da prova, como ocorreu nesse caso, dentro da parte de pediatria.

Por isso, não dê bobeira e estude anemia!

Voltando à questão, temos um paciente com anemia discreta, hipocrômica e microcítica, além de poiquilocitose, o que nada mais é do que a presença de hemácias com formato anormal.

Fora isso, não há descrição de mais nenhuma alteração, inclusive no exame físico.

Rapidamente, excluímos a letra A, já que uma leucemia teria outras alterações e não temos informações para desconfiar neste momento de tal diagnóstico.

Restaram as outras 3 e para acertar a questão você precisava saber algumas características básicas sobre elas.

Começando pela anemia falciforme, nós sabemos que, nesse contexto, normalmente a anemia não é discreta e as hemácias não são microcíticas ou hipocrômicas - exceto quando há também traços talassêmicos.

Já a esferocitose hereditária tem como peculiaridade ser uma anemia hereditária microcítica (ou normo) e hipercrômica, o que é bastante raro entre as causas de anemia.

Por fim, o traço talassêmico poderia causar uma anemia discreta, gerando hemácias com as características descritas na questão, o que faz a letra C correta.

Bom, agora você já sabe a resposta e percebeu que a talassemia é um dos grandes diagnósticos diferenciais da deficiência de ferro.

Porém, existe outro diagnóstico diferencial ainda mais importante e que nós abordamos no vídeo do youtube desta semana!

Já sabe qual é?

Entre no nosso perfil, clique no story fixo e assista ao vídeo que fizemos sobre anemias!

E não deixe de comentar aqui embaixo sobre o que achou dessa questão e marque seus amigos e amigas para lembrá-los da importância de estudar anemias!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer os efeitos da aldosterona sobre a calemia.

Essa é uma questão importante, pois cobra um conceito simples, mas fundamental para acertar diferentes tipos de questões.

Afinal, você conhece os efeitos da aldosterona sobre a potassemia?

Ficou na dúvida?

Então anote aí: a aldosterona age no túbulo distal e túbulos coletores, aumentando a reabsorção de sódio e água e estimulando a secreção de potássio e íons H+. Claro que existem outras funções e é um sistema complexo, mas saber isso é suficiente para acertar MUITAS questões de residência médica.

Portanto, agora você sabe que uma hiperativação do sistema renina-angiostensina-aldosterona (RAA), além de elevar a pressão arterial, também pode causar HIPOcalemia e alcalose metabólica.

Esse é o principal motivo pelo qual pacientes com perda volêmica desenvolvem hipocalemia, assim como aqueles com hiperaldosteronismo primário.

Então ficou fácil...a letra D causa redução na potassemia e por isso é a resposta para essa questão.

Mas aproveitando a opção B, nós perguntamos:

Você sabe o que a síndrome neuroléptica maligna? Quais são os fármacos mais envolvidos na sua gênese?

Responda nos comentários e não se esqueça de marcar seus amigos e amigas para eles nunca mais ficarem na dúvida em relação aos efeitos da aldosterona!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO: 
Saber o manejo pré-operatório em pacientes com feocromocitoma. .
.

Questão simples da SES-RJ, mas pode ser usada para revisão desse ponto bastante cobrado sobre o feocromocitoma: o manejo pré-operatório. .
.

Isso porque trata-se de um tumor produtor de catecolaminas, que pode causar crises adrenérgicas gravíssimas durante cirurgias, caso não haja um manejo pré-operatório adequado com bloqueadores adrenérgicos.

Mas o bloqueio adrenérgico não pode ser feito de qualquer maneira... .
.

Anote aí: você nunca deve realizar um bloqueio beta-adrenérgico em paciente com feocromocitoma, se não tiver sido feito também um bloqueio alfa! .
.

Se cometer esse erro, pode haver uma exacerbação do estímulo alfa, com pico hipertensivo potencialmente fatal. .
.

Já sabe a resposta dessa questão? .
.

Então assista ao nosso novo vídeo no YouTube, com um resumo de alguns dos pontos mais cobrados em provas sobre o feocromocitoma! 
O link para o vídeo é: https://youtu.be/LvPdi2cxpT8

E não se esqueça de marcar seus amigos e amigas que também estão estudando para as provas de residência médica!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer o conceito de prevenção quaternária.

Questão da UERJ de 2017, cobrando um conceito pouco lembrado de medicina preventiva: a prevenção quaternária!

Nós sabemos que as prevenções 1ª, 2ª e 3ª focam sempre na doença: desde prevenir seu surgimento, passando pelo tratamento no início do quadro para evitar danos, até a reabilitação e tratamento de suas sequelas.

Já a prevenção quaternária baseia-se exatamente na famosa frase de bioética, atribuída a Hipócrates: . "Primum non nocere". .
Primeiro não causar danos! 
É a prevenção da iatrogenia médica, conceito tão esquecido na prática e que a UERJ resolveu cobrar na prova de residência.

Portanto, ficamos com a letra D!

Mas já que falamos dos diferentes tipos de prevenção, você sabe exemplos desses conceitos sendo aplicados na prática?

Cite exemplos dos diferentes tipos de prevenção e não se esqueça de marcar suas amigas e amigos para eles também lembrarem dessa frase fundamental de Hipócrates!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer os meios de transmissão e patogênese das vulvovaginites e cervicites.

Questão clássica do HSJC, cobrando um CCQ que você não pode deixar de saber!

Afinal, quais das vulvovaginites e cervicites são realmente infecções sexualmente transmissíveis, nos obrigando a tratar também o(a) parceiro(a)? Entre as opções, sem dúvida nenhuma o Gonococo, a Clamídia e o T. vaginalis são bactérias e protozoário transmitidos por via sexual e por isso devemos realizar o tratamento de parceiros sexuais.

Por outro lado, a Gardnerella vaginalis é uma bactéria que faz parte da flora vaginal, mas que pode se multiplicar patologicamente, gerando um desequilíbrio orgânico e diversos sinais e sintomas, síndrome conhecida como vaginose bacteriana.

Portanto, não há indicação de tratamento de parceiros sexuais, sendo a letra B a resposta da questão.

Bom, essa questão ficou fácil, mas vamos aproveitar para abordar um tema importantíssimo para este ano:

O aumento na resistência antimicrobiana de diversas cepas de Gonococo motivou algumas mudanças no protocolo do MS, especialmente para os estados do sudeste. 
Quais foram essas mudanças?

Responda nos comentários e marque suas amigas e amigos para ajudarem a responder essa questão!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer as principais classes de hipoglicemiantes.

Questão direta da UFPR, mais uma vez cobrando seu conhecimento sobre os hipoglicemiantes.

E antes de falar sobre a questão em si, precisamos mais uma vez ressaltar a importância da farmacologia nas provas de residência médica... estude sempre os fármacos!

Mas voltando à questão, os inibidores da SGLT-2 representam uma classe "nova" de hipoglicemiantes, que possuem como mecanismo de ação a indução da glicosúria - ou seja - o aumento da excreção urinária de glicose.

Além do controle glicêmico, tais remédios parecem reduzir o peso corporal, pressão arterial, triglicerídeos e ácido úrico, além de ter benefícios na evolução da doença renal.

Tudo isso ainda carece de evidências mais robustas, mas são efeitos importantes e que podem ser cobrados nas provas de residência.

De qualquer jeito, para acertar essa questão da UFPR, você não precisava saber nada disso! 
Bastava você conhecer o nome dos medicamentos, que sempre terminam com o sufixo "gliflozina". Portanto, ficamos com a Dapagliflozina, lembrando que o membro mais famoso da classe é a Empagliflozina.

Mas antes de encerrar o comentário, nós perguntamos:

Qual o efeito colateral mais comum e típico dos inibidores da SGLT-2?

Para saber essa e outras informações importantes sobre os hipoglicemiantes, não deixe de assistir ao nosso vídeo no YouTube! Resumimos alguns dos conceitos sobre o assunto, é só entrar no nosso perfil e clicar no story fixo!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer os anti-hipertensivos mais indicados para pacientes diabéticos e com disfunção de VE.

Questão interessante do SURCE, com enunciado que poderia ser mais claro, porém fornecendo dados suficientes para encontrar a resposta correta.

Nós sabemos que os beta-bloqueadores e os inibidores de ECA fazem parte do arsenal terapêutico da síndrome coronariana aguda (SCA), enquanto os bloqueadores do canal de cálcio são medicamentos apenas secundários nesse caso.

Portanto, já excluímos as opções B e D, lembrando que o Nifedipino está completamente contraindicado em casos de SCA, por induzir uma taquicardia reflexa.

Para escolhermos entre o Propranolol e o Captopril, precisamos olhar para alguns detalhes no enunciados.

Primeiramente, a disfunção de VE torna fundamental o uso de um inibidor de ECA, já que eles são capazes de prevenir o remodelamento cardíaco, alterando o prognóstico do caso.

Por fim, a informação que o paciente é diabético não está ali por acaso... Nós sabemos que os beta-bloqueadores mascaram os episódios de hipoglicemia e por isso seu uso deve ser evitado em pacientes diabéticos.

Portanto, ficamos com a letra C, sem dúvidas a melhor opção de resposta!

Gostou da questão? Deixe sua opinião para nos sinalizar se estamos contribuindo e não se esqueça de marcar seus amigos e amigas que adoram cardio!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Saber algumas características clássicas da Doença de Crohn (DC). Questão do SUS-SP, cobrando um CCQ manjado das provas de residência, mas de forma bastante polêmica!

Saber as principais características da DC e da retocolite ulcerativa (RCU) é fundamental, especialmente as diferenças entre as duas doenças.

Olhando para as opções, é possível afirmar que as letras B e D estão corretas, o que nos faz exclui-las.

Porém, muita gente (com razão) ficou na dúvida entre as letras A e C.

Isso porque a letra A está aparentemente errada, já que a DC é caracterizada por uma inflamação transmural, envolvendo várias camadas da parede gastrointestinal.

Inflamação superficial da mucosa é na verdade típico da RCU, e não da DC.

Já a letra C fala em doença restrita ao cólon, o que pode ocorrer na DC, apesar de não ser típico. 
Nós sabemos que a DC pode afetar todo o trato gastrointestinal, mas seus locais mais atingidos são o íleo terminal e cólon proximal.

Dessa forma, a banca do SUS-SP considerou a inflamação restrita ao cólon como "própria da Doença de Crohn", apesar dos recursos na época.

Você concordou com a banca? Deixe seu comentário e não se esqueça de marcar seus amigos e amigas para eles também ficarem atentos a esse tipo de questão!

E não deixe de assistir ao nosso novo vídeo no YouTube sobre alguns pontos fundamentais sobre as doenças inflamatórias intestinais! Basta entrar no perfil e clicar no story fixo!!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Saber qual é a crise anêmica mais comum na anemia falciforme (AF). Questão bem objetiva da UESPI, como aliás é padrão nessa prova.

O enunciado fala em reticulócitos reduzidos, o que de cara nos faz excluir a opção A, já que um surto de hemólise teria um efeito oposto.

As outras 3 opções podem causar exacerbação de anemia e reticulócitos baixos em pacientes com AF.

Portanto, para acertar a questão, você precisava conhecer a epidemiologia das complicações da anemia falciforme!

Afinal, qual é a crise anêmica mais comum nesses pacientes?

É a chamada crise aplásica, causada principalmente pela infecção da medula óssea pelo vírus Parvovírus B19, aquele mesmo responsável pelo eritema infeccioso em crianças.

Em pessoas saudáveis, o vírus também prejudica a eritropoiese, mas isso não chega a ser importante clinicamente... Porém, em pacientes com AF - que dependem de uma hiperprodução de hemácias para compensar a hemólise crônica - o parvovírus causa uma anemia grave, muitas vezes necessitando de hemotransfusão.

Ok, agora você já sabe a resposta dessa pergunta, mas nós perguntamos:

Em relação ao eritema infeccioso, causado pelo mesmo vírus, como é o padrão típico do exantema nessa doença?

Responda nos comentários e não se esqueça de marcar seus amigos e amigas que também irão fazer prova de residência!
CONTEÚDO-CHAVE PARA QUESTÃO:

Conhecer os principais aspectos dos testes diagnósticos da sífilis.

Questão da Santa Casa de SP, comprovando mais uma vez como as bancas adoram criar questões usando comparações... Dessa vez, você precisava saber as diferenças entre os testes treponêmicos e não-treponêmicos da sífilis!

Mas afinal, o que são esses testes??? Os testes treponêmicos são aqueles que detectam anticorpos contra antígenos do Treponema pallidum. Os principais exemplos no nosso meio são o FTA-BS e os testes rápidos.

Já os não-treponêmicos detectam anticorpos contra antígenos semelhantes aos da bactéria causadora da sífilis, como a cardiolipina. Exatamente por isso, esses testes são menos específicos e mais sensíveis do que os treponêmicos.

O grande exemplo de teste não-treponêmico é o VDRL, que possui como vantagem a titulação - ou seja - é um teste quantitativo, que informa também a concentração dos anticorpos e não somente se eles estão presentes ou não.

Lembra do VDRL 1:32, 1:128, etc? 
Isso é fundamental para o seguimento do tratamento!

Por outro lado, os testes treponêmicos são apenas qualitativos (reagente ou não-reagente) e costumam permanecer positivos mesmo após o tratamento bem feito da doença.

Portanto, ficamos com a letra B, já que realmente são os testes não-treponêmicos que devem ser usados para seguimento de pacientes com sífilis.

Essa questão você já sabe responder, mas nós perguntamos:

O que é o efeito prozona no diagnóstico da sífilis?

Responda nos comentários e não deixe de ver nosso vídeo no Youtube sobre úlceras genitais! Basta entrar no nosso perfil e acessar o story fixo!
Uma mente que se abre a uma nova ideia jamais retornará ao tamanho original.
ENDEREÇO Rua General Glicério, 106, Laranjeiras, Rio de Janeiro. CEP: 22245-120
TELEFONES (21)99905-8855
E-MAIL equipe@jjmentoria.com.br

CONTATO

ENTRE EM CONTATO COM NOSSA EQUIPE PELO FORMULÁRIO ABAIXO E/OU POR NOSSOS TELEFONES.

ENDEREÇO Rua General Glicério, 106, Laranjeiras, Rio de Janeiro. CEP: 22245-120
TELEFONE (21)999058855
E-MAIL equipe@jjmentoria.com.br