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Revisando com Questões: Doença Inflamatória Pélvica

Nesse episódio, questões comentadas das instituições: AMRIGS, SMS-SP, UNIFESP, UNICAMP.

Gravado por Eduardo Côrtes em 07 de Outubro de 2019

Bem vindo ao Podcast Revisando com Questões, a nossa série semanal de questões de provas de residência médica, de grandes instituições do país, comentadas ao melhor estilo JJ Mentoria de estudar.

O tema dessa semana é Doença Inflamatória Pélvica e teremos questões das seguintes instituições: AMRIGS, SMS-SP, UNIFESP, UNICAMP.

Confira os enunciados das questões na íntegra:

AMRIGS
Em relação à doença inflamatória pélvica, analise as assertivas abaixo: I. Deve-se à ascensão de micro-organismos da endocérvice, levando à infecção polimicrobiana do trato genital superior, sendo o gonococo e a clamídia os agentes mais comuns. II. Na presença de abscesso tubo-ovariano, o tratamento cirúrgico está indicado. III. O tratamento do parceiro é obrigatório, independentemente da gravidade do quadro que a paciente apresentar. IV. Dor pélvica crônica, gestação ectópica e infertilidade são complicações tardias associadas a essa patologia. Quais estão corretas:

a) Apenas I e II.
b) Apenas II e III.
c) Apenas I, III e IV.
d) Apenas II, III e IV.
e) I, II, III e IV.


SMS-SP
As repercussões clínicas e econômicas da Doença Inflamatória Pélvica (DIP) impõem a mobilização para um diagnóstico precoce e um tratamento eficaz. São critérios elaborados para o diagnóstico da DIP, exceto:

a) Videolaparoscopia com evidência de DIP.
b) Evidência histopatológica de endometrite.
c) Presença de dor à mobilização do colo uterino.
d) Presença de abscesso tubo-ovariano em estudo de imagem.

UNIFESP
Mulher, 18 anos de idade, queixa-se de corrimento cinza de odor fétido há 7 dias, dor em hipogástrio e febre há 2 dias. É usuária de DIU de cobre há 6 meses. Qual o provável agente etiológico responsável pelo quadro e qual a melhor conduta?

a) Candida glabrata, antifúngico, manutenção do DIU.
b) Clamydia trachomatis, antibioticoterapia, manutenção do DIU.
c) Actinomyces israelli, antiparasitário, retirada imediata do DIU.
d) Mycoplasma hominis, antibioticoterapia, retirada do DIU.
e) Vaginose bacteriana, antiparasitário, retirada do DIU.

UNICAMP
Mulher, 22a, retorna 4 dias após diagnóstico de doença inflamatória pélvica, em unidade básica de saúde. Fez uso de azitromicina (1 grama). Queixa-se de piora da dor no baixo-ventre. Relata mal-estar geral e episódio de febre não aferida. Exame físico: regular estado geral; FR = 14 irpm; FC = 100 bpm; PA = 110 x 70 mmHg; T = 37,8°C. Abdome: dor à palpação profunda de fossa ilíaca esquerda e descompressão brusca duvidosa. Exame ginecológico: secreção purulenta endocervical; dor à palpação dos anexos e mobilização uterina. A conduta é:

a) Tratamento ambulatorial, prescrever ceftriaxona 500 mg intramuscular dose única e doxiciclina 100 mg via oral de 12/12 horas por 14 dias, solicitar agendamento de ultrassonografia transvaginal.
b) Internação, prescrever cefoxitina 2 gramas intravenoso de 6/6 horas e doxiciclina 100 mg via oral de 12/12 horas por 14 dias, realizar ultrassonografia transvaginal.
c) Tratamento ambulatorial, prescrever ceftriaxona 500 mg intramuscular dose única e metronidazol 500 mg via oral de 12/12 horas por 14 dias, reavaliação na unidade básica de saúde em 3 dias.
d) Internação, prescrever azitromicina 1 grama via oral e metronidazol 500 mg intravenoso de 12/12 horas por 7 dias, realizar ultrassonografia transvaginal.

Essas foram as questões comentadas da série Revisando com Questões desta semana. Conte-nos o que você achou nos comentários! Sua opinião é muito importante para nós!

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